Constatei que o Brasil e o Marrocos são países completamente diferentes, embora tenham muito em comum entre si.
Por exemplo:
1- Aos nossos olhos, Marrocos é um país exótico,
assim como somos exóticos aos olhos dos
europeus.
2- Ambos possuem riquezas que poderiam elevá-los
a patamares além de "emergentes". Mas suas
elites preferem mantê-los na situação em que se
encontram, com uma massa gigantesca de pobres
e miseráveis, e um injustificável abismo social.
3- O Marrocos usa a religião para manter o povo
submisso. O Brasil usa a estratégia do "pão &
circo", ficando o circo a cargo da grande mídia.
Deixando de lado o contexto sócio-político-religioso,
seguem rápidos comentários e algumas fotos das
cidade que visitamos (clique nas fotos para ampliar).
Viajamos com a Marrocosfascinante,
Sonia Rebollal Medeiros é a representante da Siroco Tours no Brasil (21)98870-6153
CASABLANCA
Chegamos no final
da tarde. Deixamos as malas no hotel e fomos dar uma volta pelos arredores.
Nada de interessante. Os cafés e restaurantes eram pouco convidativos.
Optamos por jantar no restaurante do hotel, que foi uma grata surpresa.
Na manhã seguinte,
Aly Boughrara nosso guia-condutor durante toda a viagem, nos levou para
visitar a mesquita da cidade, Hassan II construída sobre o mar, uma das poucas que no mundo são passíveis de visitar por não-mulçumanos. Grande e rica o bastante para fazer inveja
aos católicos e suas grandes igrejas. Depois fomos até a porta do Rick´s Café,
o piano-bar que ainda ambienta o filme Casablanca.
RABAT
Seguimos no Toyota
4X4, conduzido pelo Aly, e chegamos à capital, com suas belas cúpulas,
minaretes e largas avenidas. Fomos direto visitar o Mausoléu de Mohammed V. Uma
esplanada cheia de colunas e o prédio onde está sepultado (protegido por
guardas estilosos).
Dali fomos para o Hotel Ryad Zyo. Localizado dentro da Medina, foi o nosso primeiro impacto com o modus vivendi do povo marroquino. Aly parou o carro na rua principal e fomos arrastando as malas em meio ao que, no Brasil, chamamos de "feira-livre". Para nossa surpresa, chegamos ao Ryad, um hotel-butique com direito a piscina, terraço e uma arquitetura belíssima. Show!
As fotos dizem tudo:
Jantamos num restaurante nível Michellin, o Villa Mandarine, localizado dentro de um condomínio luxuosíssimo.
CHEFCHAUOEN
Conhecida como
"cidade azul", pois a quase totalidade dos prédios são pintados de um azul-anil exuberante. Mas, ao contrário de Positano, cidadezinha encantadora da Costa
Amalfitana, na Itália, Chefchaouen fica no alto da encosta e proporciona
um lindo visual para o visitante.
Ficamos hospedados num
hotel cinematográfico, com diversos ambientes acolhedores. O jantar estava incluído no
programa e foi bastante correto.




















































