domingo, 10 de novembro de 2019

ROMA / CASERTA - Do Fulmichino, fomos até a Estação Términe no trem expresso. Arrastamos as malas até o Hotel Central (ali pertinho). Fomos recebidos por um recepcionista que morou em B. Horizonte por 28 anos. Fez a maior festa.
Na manhã seguinte, voltamos à Términe para pegar o (TVG Itália) para CASERTA (1 hora e 10 minutos), cidade próxima a Nápoles. O programa foi visitar o monumental Palácio de Caserta, que rivaliza em tamanho e beleza ao de Versalhes. Só perde nos jardins.
O palácio deveria ser mais divulgado. Os jardins não são desenhados porém sua extensão é fantástica. O Palácio Real de Caserta pertencia à casa real dos Bourbons, de Nápoles, declarado Patrimônio da Humanidade pela UNESCO. Está rodeado por um grande parque com o jardim italiano, onde que há várias fontes e a famosa Grand Cascade, e o jardim inglês, caracterizado por florestas densas. Em termos de volume, o Palácio Real de Caserta é a maior residência real do mundo, com mais de 2 mi de m², numa área de 47.000 m².


De volta a Roma, passeamos pela Praça Navona e arredores. À noite, jantamos num restaurante bacana, onde um saxofonista (após identificamo-nos) passou a noite tocando os sambas brasileiros mais conhecidos no exterior: Samba de uma nota só, Só danço samba, Chega de saudade, Samba de verão, e os afro-sambas de Baden & Vinicius. Além do jantar correto, há uma carta de vinhos com uma impressionantes oferta de taças de brancos e tintos.
 
VOLTA AO BRASIL - Na segunda-feira pela manhã, arrastamos nossas malas até a Términi (pouco mais de 100 metros) e pegamos o expresso para o Fulmichino. De lá, um voo Alitalia até o Tom Jobim/Galeão.

"Minha alma canta / vejo o Rio de Janeiro /
estou morrendo de saudade..."

(Viajamos com a "MORROCOS FASCINANTE", representante da "SIROCO" no Brasil)

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